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| Textos... |
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» Amor Campeiro |
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Deixei faz tempo a punheta que há muito não dava trégua |
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» Aventura de Piá |
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Barranquear é verbo xucro, mais velho que a monarquia |
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» Buceta |
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Grande buceta crioula, tu foste criada à toa |
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» Buceta velha |
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Velha buceta gaudéria criada em vestido de chita |
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» Bombacha branca |
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Deixei, faz tempo, a punheta, que há muito não tinha trégua |
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» Bordel Campeiro |
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Ah! Poetas que cantais velhas cúpula equinas |
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» Caralho |
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Velha chonga crioula de gloriosa tradição |
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» Merda, merda, sempre merda |
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Parceira que ninguém gosta |
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» Milonga para puta Rosaura |
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Nana, Rosaura, nos teus braços fofos |
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» Milongay |
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Me esperavam de bombacha quando vim... |
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» Solto ao Vento |
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É lindo peidar ao vento, Em orgânica poluição, |
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» Melô da Buceta |
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A racha nas entreperna não há mulher que não tenha |
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» Velha buceta gaudéria |
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Com rasgão de meia légua, estás em fase de trégua no desuso |
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| Declamadas |
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» Minha velha piça crioula |
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robusta criada guaxa pareces ninho de canha |
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» Guasca |
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Piça velha, guasca torta, nem pra mijar tu não presta |
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» Cu, porteira redonda |
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Cu, porteira redonda, cercada de fios de cabelo... |
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| Cantadas |
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» O Grosso e a Camisinha |
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Eu faço sexo com minha camisinha |
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» Vou na Zona |
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Toda minha vida gostei de viola e gemido de |
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| Comentários |
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Não há roda de tragos entre amigos que, depois das novidades contadas, os artistas não passem a apresentar suas qualidades em declamação.
E vira e mexe, pra agitar a turba, escorrega-se dos poemas sérios pros obscenos (los muy picantes).
Coisas de nossa cultura, que a Página do Gaúcho não se exime de apresentar, por mais censuráveis que alguém possa considerar.
Baita abraço
Cordialmente
Cohen
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