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Formação Atual (01/05/97)
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Discografia
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Contatos
Grupo Os Serranos |
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Informações Complementares Conjunto musical fundado em 1968, em Bom Jesus, RS, na serra gaúcha, daí o nome Os Serranos. O conjunto iniciou como dupla Os Serranos, reunindo como fundadores os então estudantes Frutuoso Araújo e Edson Dutra. O primeiro baile animado pela dupla foi realizado na ETA, Escola Técnica de Agricultura de Viamão, sendo ainda orelhana (sem nome). Como dupla Os Serranos, o primeiro baile realizado em CTG foi no CTG Presilha do Rio Grande em sua terra natal, Bom Jesus. Na época, faziam-se acompanhar de um baterista e um pandeirista, que não eram fixos. O primeiro equipamento comprado e usado pela dupla foi um amplificador de 30 watts, adquirido com Honeyde Bertussi, que na época trocava de aparelhagem. A dupla usava um só microfone que, por não ter pedestal, o colocava amarrado numa cadeira. Em 1970, ingressou para Os Serranos como violonista, Everton Becker Dutra, o "Toco", irmão de Edson. O "Toco" foi integrante de dois conjuntos de música moderna: Red Hot Cole, que ele fundou também em Bom Jesus e The Goozes, de Caxias do Sul, atuando como guitarrista. Nesta época Os Serranos atuavam em muitas festas, bailes e domingueiras muito comuns na região serrana do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O posicionamento do grupo no palco era sentado, não só os acordeonistas mas o violonista e, obviamente, o baterista, a exemplo dos conjuntos importantes da época, Os Bertussi, Os Cobras do teclado, Nelson e Jeanete, Dupla Mirim, entre outros. Mais tarde, já em Porto Alegre, para onde vieram estudar, Os Serranos convidaram, por indicação do jornalista José Machado leal, diretor dos Muripás, a integrar o conjunto, o excepcional violonista, Valmir Pinheiro, músico de larga experiência que muita qualidade trouxe aos Serranos. Valmir permaneceu até 1980. Nesta ocasião, passageiramente, atuaram nos Serranos, Walter José Pinheiro, José Cláudio Machado e Antoninho Duarte, até que apareceu, lá de Uruguaiana, o guitarrista, Enio Rodrigues. O mesmo, com seu talento de instrumentista, vocalista e arranjador, muito contribuiu para o sucesso dos Serranos. Enio permaneceu até setembro de 1985, quando ingressou para o conjunto o grande músico, vocalista e também arranjador, Amaro Peres. Em 1975, saía do conjunto para cuidar da sua nova profissão - veterinária - um dos fundadores, o acordeonista, Frutuoso Araújo. Nesta época, também saia do conjunto o seu primeiro baterista, Francisco de Assis Becker Dutra, primo de Edson e Everton. Para a função de baterista, ingressou no conjunto, Luis Tadeu Paim, o "Iti", baterista e vocalista, dono de um timbre de voz privilegiado e inconfundível. Em 1985, José Cláudio Machado volta aos Serranos. Desta vez exclusivamente na função de cantor, onde permaneceu até abril de 1986, participando com sua bela voz, do disco Isto é... OS SERRANOS. (um dos Discos de Ouro que o conjunto tem). Ocupando o lugar de José Cláudio Machado, ingressa no conjunto um novo talento, Paulo Roberto Pinho, moço de grande experiência em canções da música popular brasileira, com marcante passagem pelo conjunto de Folclore Internacional OS GUACHOS, permanecendo até maio de 1987. Com a saída de Paulinho, como era chamado carinhosamente pelos seus companheiros, que preferiu se dedicar a carreira advocatícia, ingressou em seu lugar como cantor, Walter Jager Júnior, o "Kico", moço que com apenas 21 anos, já possuía boa experiência como intérprete em outros conjuntos regionalistas, tendo, igualmente, um grande potencial de voz, um timbre agradável, que lembrava, sem qualquer imitação, mas por feliz coincidência, a voz do ex-integrante, José Cláudio Machado. Em 1989, integrou-se ao conjunto o menino Rodrigo Fogaça, cruzaltense, de apenas 15 anos, para fazer nos trabalhos dos Serranos, um quadro artístico de gaita a ponto. Gravou tão somente uma música no conjunto. Foi o Vaneirão Lascado, juntamente com a gaita do Edson. Em dezembro de 1982, sendo vítima de um gravíssimo acidente automobilístico em sua cidade natal, Rodrigo faleceu. Momento de extremo pesar para OS SERRANOS, que para homenagear a sua memória, gravaram a música "Marca de Talento" , nome de um de seus discos, inclusive. Em dezembro de 1992, saíram dos SERRANOS para formarem um novo conjunto musical, Amaro Peres, Luis Tadeu Mendes Paim "Iti" e Walter Jeger Júnior "Kico". Em 19 de janeiro de 1993, estrearam no conjunto, quatro novos colegas: Rodrigo Munari, como cantor; Renato Cunha, como baterista; Everson Maré, como guitarrista e Luiz, como cantor. Este último, em março do mesmo ano, cedeu seu lugar para o também cantor Walter Morais. Registre-se, por oportuno, que após o falecimento de Rodrigo Fogaça, passou a integrar o grupo, na função de gaiteiro de gaita a ponto, um dos campeões do Rodeio de Vacaria, RS, nesta modalidade de concurso, Volmir Dutra. Em março de 1997, para tocar gaita piano, OS SERRANOS admitem em sua sociedade o jovem e talentoso acordeonista, Daniel Hack, músico de grande experiência no contexto da música regionalista gaúcha. No cumprimento de contratos de bailes e shows, além de percorrerem por diversas vezes as muitas querências do pago gaúcho, se deslocam seguidamente para SC, PR, MS, MT e SP. Também se destacaram as vezes que estiveram atuando no RJ, DF e GO. No exterior já estiveram na Argentina, em diversas cidades do Paraguai e Uruguai. Hoje, com moderno equipamento de transporte, som e luz, OS SERRANOS se apresentam com enorme freqüência em fandangos, bailes e shows por todo o Brasil e pelo Mercosul. Seus esportes preferidos são pescarias e futebol de salão. O pessoal do Grupo Os Serranos:
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