Hey, mas que tal?!
Esta matéria é uma gentileza destas três especiais pessoas que estão listadas aí embaixo:
 Marcelo Chagas - Coletou e recolheu todo o material para a edição deste elenco de mamíferos que bandeiam pelas terras gaúchas, scaneando, copiando, etc e tal. |
|
 Roberto Cohen - Melhorou as imagens e editorou toda essa seção para teu conhecimento sobre a bicharada. |
|
 Terêncio Prates - Foi tomar um chimarrão e deixou o chefe Cohen em paz para editorar a Página sem dar palpites nem implicar com os bichos. |
31 bichos SELVAGENS dos pampas e matas:
Origem bibliográfica:
Mamíferos Silvestres do Rio Grande do Sul
Flávio Silva
Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul
Introdução do autor:
Agradecimentos
No lançamento da primeira edição de Mamíferos Silvestres, em 1984, havia uma noção sobre a necessidade de prencher o vazio existente nesta área de divulgação científica. No entanto, a reação positiva e o fato de l0.000 exemplares terem se esgotado em menos de dois anos foi uma surpresa. Pedidos e cartas de apoio comprovaram que os brasileiros estão interessados em conhecer melhor a fauna; estão ávidos por publicações populares, com textos simples e Ilustrações de boa qualidade.
Com a venda do último exemplar, em 1986, muitos foram os esforços para realizar uma edição revisada e ampliada. Oito anos de tentativas, pelos mais variados caminhos, sempre terminaram no problema financeiro. A reedição do livro "Aves Silvestres do Rio Grande do Sul", em setembro de 1993, reavivou nas pessoas o desejo de terem também o livro de Mamíferos.
A materialização de obras desta natureza só acontece quando personalidades sadias e persistentes entram em ação. Quero deixar o reconhecimento pelo grande empenho na concretização das duas edições, como também o terno agredecimento à jornalista Elisabete Monlleo Martins da Silva, coordenadora do Núcleo de Comunicação Social da Fundação
Zoobotânica do Rio Grande do Sul.
É necessário enaltecer um merecido e grande "muito obrigado" ao colega e amigo, biólogo Gilberto Ferraz, que adotou esta idéia ainda na fase embrionária, encaminhando todo o processo burocrático até seu desfecho. Ao atual Superintendente da Zoobotânica, Professor James Pizarro que, sensibilizado, adotou priorização deste reedição, ficam os agradecimentos.
A todas as pessoas e instituições que atuaram direta ou indiretamente na confecção deste trabalho, reconhecimentos são renovados.
Aos amigos e leitores que sugerira melhorias complementações; agradeço e informo que uma edição melhorada e revisada continua sendo um objetivo a ser em breve etingido.
O Autor
Como está explícito na Lei de Proteção à Fauna Brasileira, infelizmente tão pouco conhecida pelo povo, os animais selvagens constituem patrimônio público, sendo a sua preservação não só um dever, mas uma necessidade.
Lei 5.197 janeiro de 1967
"Art. 1o. - Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase de seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo
proibida sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha."
|