Capítulo IV
Aninha casou-se com o sapateiro Manuel Duarte de Aguiar
ESBELTA E INDÔMITA, ANINHA ATRAIU A ATENÇÃO MASCULINA
Conforme já relatado, após a morte do pai, a família, que já era pobre, ficou mais desamparada ainda, já que a numerosa prole não tinha como prover o seu sustento. Dedicou-se, então, a progenitora, mesmo residindo na Carniça, às atividades domésticas nas melhores residências de Laguna. Face ao caracter altivo e indômito de Aninha, a mesma passou a ser um sério problema para sua mãe, que na Vila ouvia os mais diversos comentários sobre sua filha.
Com estatura acima da média, Aninha tornou-se uma mocinha de corpo esbelto e muito atraente, com olhos e cabelos negros, além de uma pele morena viçosa, que passou a fascinar muitos jovens e adultos do local. "Andar a moda do pai era o seu maior prazer e isso constituía um perigo para uma menina moça, cobiçada pelos homens nessas paragens quase que desertas. Mais de uma vez alguns atrevidos haviam pretendido barrar-lhe o caminho, no propósito de dominá-la e seduzi-la pela força.
Amazona ágil e decidida, saltava sempre a distância, livrando-se do cerco, chicoteando, sempre que podia, os seus rústicos conquistadores".(12)
Em uma destas ocasiões, quando deveria ter aproximadamente 13 anos, ao voltar da praia, onde foi buscar siris, foi seguida por um homem, de nome João, que tentou seduzi-la, mas foi repelido. Tinha fechado o estreito caminho com um carro de bois. Aninha solicitou que o retirasse para que pudesse passar com seu cavalo, mas ele a tentou agarrar abruptamente, Aninha reagiu, e defendendo-se, deu com o chicote no vilão, escapulindo.
Revelando sua irresignação, tomou a iniciativa de comunicar o fato para a polícia. Este seu gesto, numa época em que a sociedade era totalmente patriarcal, o fato de uma mulher tomar a iniciativa de registrar queixa na polícia contra tentativa de sedução, era uma anormalidade, um escândalo! Era, pois necessária muita coragem.
Para termos uma idéia do que representou este ato de Aninha, basta lembrar que apenas recentemente, foram criadas delegacias de polícia femininas, exatamente para estimular as mulheres, que sofrem agressões ou os constrangimentos das seduções, a denunciem estes atos delituosos. Mesmo assim, para vencer os preconceitos e implantar estas delegacias, o Governo atual teve que investir em grandes campanhas publicitárias, visando encorajar e oferecer segurança para que as mulheres de hoje, não fiquem caladas diante das agressões que são vítimas.
Ao dirigir-se à Polícia, Aninha o fez revoltada com estes assédios, já que o fato era uma repetição de fatos semelhantes, ocorridos em ocasiões anteriores com outros homens. Para colocar um ponto final a estes constrangimentos e evitar que lhe acontecesse o pior, buscou segurança, imaginando que poderia obter da autoridade policial a enérgica repreensão e punição ao autor do delito, perpetrado contra sua incolumidade física.
No entanto, os policiais que atenderam-na em sua comunicação, ao invés de darem acolhida em sua queixa, passaram a fazer ilações de que o fato não tinha importância, afirmando que Aninha já havia sido possuída por outros. Indagaram-lhe se não havia marcado encontro com o seu agressor, zombando de sua atitude altiva. Também passaram a insinuarem-se. Compreendendo que ali não conseguiria guarida para seu direito e reclamo, Aninha retirou-se ainda mais revoltada do que quando ali chegou.
Convém recordarmos que estamos narrando um fato ocorrido há mais de cento e cincoenta anos, quando os valores sociais eram decorrentes da sociedade patriarcal, consolidada sobre a autoridade militar e o direito da força, valores estes completamente diferentes da estrutura social de hoje, que se fundamenta na força do direito e em regras que asseguram as liberdades e igualdades democráticas. Entendidos os elementos e a estrutura do poder daquela época, podemos formar uma vaga idéia da coragem que a jovem Aninha demonstrou no simples fato de dirigir-se à polícia para denunciar a tentativa de violência sexual de que foi vítima.
Deturpado o fato pela Polícia, rapidamente chegou ao conhecimento da população local, que passou a repudiar o comportamento altivo e independente que Aninha levava, sendo alvo predileto das "comadres", que a viam como uma violadora das regras e costumes locais, pois a menina-moça, além de banhar-se no mar, o que não era permitido na época, cavalgava livremente, o que também não era comum por ser mulher. Além do mais, quase não relacionava-se em amizades com as de sua idade, preferindo a companhia de seus cavalos e animais ...
ANINHA FOI COAGIDA A CASAR-SE
Aconselhada por terceiros e pelo padre local, Maria Bento imaginou que poderia acabar com as maledicências sobre a filha, contratando-lhe casamento. Bonita, cheia de vida, com corpo exuberante, logo apareceu-lhe um noivo, intermediado que foi pelo Pároco. Tratava-se de Manoel Duarte de Aguiar, um sapateiro, pelo que sabe-se, nascido no Desterro. Conta-se que teria ficado impressionado pela vivacidade temperamental de Anita, completamente ao contrário de sua própria personalidade e comportamento, que era calado, arredio e vivia isolado, sendo sua principal preocupação, além de seu estabelecimento, as pescarias e os cães que o acompanhavam permanentemente.
Por ser recatado e reservado em seu comportamento social, Maria Bento, viu nele o genro ideal, que poderia, além de aplacar o indômito gênio de sua filha, acabar com as negativas conversas das "comadres". Com este casamento também viu a possibilidade da tão necessária segurança econômica, não apenas para Aninha, mas também para toda sua família.
Naquela época, mesmo na pequena Laguna, fervilhavam as notícias sobre as idéias de mudanças, que prognosticavam eminentes eclosões de movimentos armados, única forma de efetuarem-se as transformações apregoadas pelos ventos libertários que vinham do Sul, influenciados pelos grandes movimentos que eclodiam na Europa.
Sobre as idéias de lutar para mudar a monarquia por uma república, ou conquistar autonomia e independência das províncias do Sul, a cidade de Laguna estava dividida entre os que apoiavam, representados por instituições como o clero, a maçonaria e o Partido Republicano, que tinha representantes na Câmara Municipal. Estes segmentos sociais acabaram por mobilizar a simpatia da quase totalidade da população civil.
Contraria a qualquer tipo de mudança, encontrava-se uma minoria, que era representada pelos detentores do poder local, como os comandantes da guarnição militar, juiz de paz, funcionário da monarquia, polícia e um grupo de fornecedores e interessados em manter o status monárquico.
Pouco dado a conversas, Manoel Duarte era afeito ao seu trabalho, dedicando-se a produzir tamancos e fazer conserto de botas. Embora quieto e não ativista, declaradamente era legalista, isto é, defensor do sistema vigente, pela manutenção da monarquia centralizadora, não deixando-se envolver por qualquer tipo de movimento que colocasse em risco o regime e a unidade do Império do Brasil.
Com quase o dobro da idade da pretendida esposa, possuía ele estatura bastante alta, era magro, de pouca conversa e introvertido, o que fez Aninha resistir a idéia do casamento, opondo-se, inicialmente. Mas a resistência findou quando a convenceram-na de que esta união também oferecia uma vida mais digna à sua mãe e irmãos, que também passariam a serem amparados, pondo fim a vida de privações.
Outros pretendentes surgiram, como por exemplo João Gonçalves Padilha, um sargento da milícia, que poucos anos mais tarde estaria presente no combate de Curitibanos, lutando contra Anita, ocasião em que foi presa.
NO RIO GRANDE DO SUL ECLODIU A REVOLUÇÃO FARROUPILHA
O casamento foi realizado no dia 30 de agosto de 1835, exatamente no dia que Aninha comemorava 14 anos de idade, alguns dias antes de 20 de setembro do mesmo ano, quando eclodiu, no Rio Grande do Sul, a Revolução Farroupilha.
De fato, no dia 20 de setembro de 1835, cansados do descaso do centralista regime monárquico, expressivos segmentos econômicos e políticos da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul levantaram-se em armas para bradar sua repulsa às ignomínias praticadas pelos representantes do Império na província, cujo poder local estava centralizado no Presidente da Província. Inicialmente, pretenderam os farroupilhas a revisão do sistema político-administrativo unitarista e centralizador, substituindo-o pelo regime republicano, o que permitiria maiores autonomias administrativas, calcado nas idéias federalistas defendidas pelos republicanos. Diversos jornais revezaram-se nesta pregação.
Tão logo assumiram o poder na província, os revoltosos riograndenses pretenderam, entre outros objetivos, que ao menos a escolha do Presidente da Província recaísse sobre liderança política da região, e não como vinha sendo praticado. Pouco tempo antes havia sido indicado para dirigir a Província o Dr. Antônio Rodrigues Fernandes Braga, que assumiu o cargo sem o respaldo de diversas lideranças políticas e militares. Uma vez vitorioso e com o controle de Porto Alegre, poucos dias após, no dia 25 de setembro, o líder farroupilha Coronel da Bento Gonçalves da Silva, remeteu uma carta ao Regente do Império, cuja leitura dará ao atento leitor uma idéia bastante clara sobre o sentimento de revolta em relação ao Império, em virtude de suas omissões e ações despósticas:
"... Em nome do povo do Rio Grande depuz o governador Braga, e entreguei o governo ao seu substituto legal Marciano Pereira Ribeiro. E em nome do Rio Grande eu lhe digo que nesta Província extrema, afastada dos corrilhos e conveniências da Corte, dos rapapés e salamaleques, não toleraremos imposições humilhantes, nem insultos de qualquer espécie. 0 pampeiro destas paragens tempera o sangue rio-grandense de modo diferente do de certa gente que por aí há.
Nós, rio-grandenses, preferimos a morte no campo áspero da batalha às humilhações nas salas blandiciosas do Paço do Rio de Janeiro. 0 Rio Grande é a sentinela do Brasil que olha vigilante para o Rio da Prata. Merece, pois, mais consideração e respeito. Não pode, nem deve ser oprimido por déspotas de fancaria.
Exigimos que o governo imperial nos dê um governador de nossa confiança, que olhe pelos nossos interesses, pelo nosso progresso, pela nossa dignidade, ou nos separaremos do centro, e, com a espada na mão, saberemos MORRER COM HONRA OU VIVER COM LIBERDADE. É preciso que V.Exa. saiba, Sr. Regente, que é obra difícil, senão impossível, escravizar o Rio Grande, impondo-lhe governadores despóticos e tirânicos.
Em nome do Rio Grande, como brasileiro, eu lhe digo, Sr. Regente, reflita bem antes de responder, porque da sua resposta depende talvez o sossego do Brasil. Dela resultará a satisfação dos justos desejos de um punhado de brasileiros que defendeu contra a voracidade espanhola uma nesga da Pátria; e dela também poderá resultar uma luta sangrenta, a ruína de uma província ou a formação de um novo Estado dentro do Brasil." (13)
Os lanceiros farroupilhas usavam como arma apenas sua longa lança, que a manuseavam com inigualável habilidade.
O DESASTROSO CASAMENTO COM MANUEL DUARTE DE AGUIAR
Os atos preparativos que antecederam a cerimônia de casamento e as comemorações, foram feitas na casa localizada ao lado esquerdo da Igreja Matriz de Laguna, prédio ainda hoje existente, transformado em museu, com o nome de Casa de Anita. Segundo SAUL ULYSSEIA, em sua obra COISAS VELHAS (1946), aponta àquele prédio como tendo sido o primeiro de alvenaria, que foi construído no então Campo do Manejo, depois Praça da Igreja.
Diz o referido historiador: "Pertencia a casa citada ao Sr. Anacleto Mendes Braga, solteiro, e que ali vivia com sua irmã, também solteira, dona Ana Mendes Braga. Viveram muito anos, falecendo já velhinhos; ele em 1901 e ela em 1904. Anacleto foi professor do curso primário, durante muitos anos.
Ainda existem muitas pessoas que foram alunos do velho Anacleto, que era muito bondoso e paciente. Ele e a sua irmã criaram algumas meninas que deixaram descendência. Sua irmão dedicava-se a fazer almofadas de renda e alugava vestidos para casamento e roupa para anjinhos de procissão, tendo para isso, roupas e calçados apropriados, assim como véus. ...
A maior parte dos casamentos dos moradores dos sitios eram efetuados na matriz de Laguna.. Muitas moças pobres destes lugares e mesmo as da Vila e arrabaldes, recorriam a Dona Ana Braga e em sua casa festejavam. Foi isso que aconteceu com Anita.. Moça muito pobre, como pobre era o noivo, serviu-se do aparelhamento de Dona Ana.
...
Ao sair da Igreja, um dos sapatos escapou-se-lhe do pé, o que faz crer que era muito folgado, não tendo sido escolhido para o seu pé.
...
Uma das descendentes de uma das moças que foram criadas por Ana Braga ainda conheceu o célebre vestido de noiva e os sapatos que serviram no casamento de Anita e nos descreveram minuciosamente: a sai era de filó azul muito claro, tendo de espaço em espaço umas tiras muito escuras, estreitas estampadas. Entre as tiras uns pontinhos bordados a retrós preto, mercerizado. Era todo ele de pequenas pregas e muito rodado. O corpete da mesma fazenda, guarnecido de barbatanas, formando um bico na frente. Mangas compridas com grande fofo nos ombros. Saia e enfeite eram sombreados com fazenda azul. Os sapatos de camurça branca, simples, liso com um tufozinho de seda branca na frente e salto não muito alto e redondo ...
Ainda existe a mesa que servia nos modestos festejos e que serviu no casamento de Anita. É de jacarandá, com duas alas móveis, de pés torneados. Hoje pertence ao Sr. Olavo Alano, casado com uma descendente de uma das moças criadas por Ana Mendes Braga, que recebera por herança. ...".
O Registro Paroquial, do casamento de Anita com Manoel, realizado em trinta de agosto de 1835, pelas onze horas do dia", na Matriz da Freguesia de Santo Antônio dos Anjos da Laguna foi subscrito pelo vigário Manoel Ferreira da Cruz. Segundo narram Mino Milani e Ivan Boris, historiadores e pesquisadores italianos da epopéia garibaldina, em sua obra (14), o almirante e historiador Henrique Boiteux, depois de paciente pesquisa no arquivo paroquial da Igreja de Laguna, foi o primeiro pesquisador a encontrar o ato matrimonial, que foi celebrado pelo Vigário Manuel Fernandez Cruz e testemunhado por João Joaquim Mendes Braga e Antônio Duarte de Aguiar. O referido documento está assim redigido:
"Aos trinta de agosto de 1835,, nesta Matriz de Santo Antonio dos Anjos, pelas onze horas do dia, depois de feitas as denunciações na forma do Sagrado Concílio de Trentino, e Constituições do Bispado, sem impedimento algum canônico, em presença das testemunhas abaixo assinadas, se receberam em matrimônio na face da Igreja, Manuel Duarte de Aguiar, filho legítimo de Francisco Jose Duarte, já falecido e de Joaquina Rosa de Jesus, natural da cidade do Desterro, com Anna Maria de Jesus, filha legítima de Bento Ribeiro da Silva, já falecido, e da Maria Antônia de Jesus, natural da cidade de S. Paulo e ambos os contrahentes moradores d'esta Frequezia. E logo les conferi as Bençãos Nupciaes na forma do Ritual Romano. E para constar mandei fazer este assento, que assignei. O Vigario Manuel Fr.z Cruz - Testemunha João Joaquim Mendes Braga - Testemunha Antonio Duarte de Aguiar".
Em algumas localidades do interior ainda preserva-se tradicional crendice de que, se a noiva tropeçar na entrada ou na saída do altar, tal fato significa mau agouro, premonição do insucesso do casamento que está realizando. Esta crença tem sua origens no fato de que as moças daquela época, principalmente as mais humildes e do interior, dificilmente haviam usado sapatos de salto alto.
A grande maioria nunca havia experimentado um antes de casarem-se. Por ser o sapato de salto um produto caro, que na época era importado, poucas noivas tinham acesso a eles, e as que obtinham, eram emprestados ou alugados, conforme nos narrou Saul Ulisséa. Por não terem usado antes não estarem afeitas a este tipo de calçado, o que podia provocar uma torção de pé, ou outro desconforto qualquer, o que fazia a noiva tropeçar ou descompor-se em seu desfile até o altar, em plena cerimônia.
Foi o aconteceu com Aninha, pois ao sair da Igreja, por nunca te-los usado, ou mesmo por serem grandes demais, torceu um dos pés, o que quase provocou sua queda. A partir de então, não faltaram as sombrias previsões de que a união estava fadada ao insucesso, o que seria efetivamente concretizado, para regozijo e deleite dos maus agouros que as "comadres" passaram a fomentar.
Quer pela força da superstição ou pelo destino que já lhe havia sido traçado, o fato é de que este casamento realmente não deu certo. Os fatores determinantes para o fim deste casamento foram óbvios: a) o casamento foi realizado por imposição social e familiar; b) era notório o interesse econômico da família de Aninha neste casamento; c) se inicialmente Aninha não havia consentido, era porque não devotava nenhum amor ao noivo e se depois veio a concordar, é porque foi pressionada pela penúria e estado de quase miserabilidade de sua família; d) nela haviam sido implantados os embriões das mudanças sociais e políticas, enquanto em Manoel Duarte de Aguiar estava alicerçado o convencimento que deveria manter a ordem monárquica vigente; d) ela era indômita, amava a natureza, a vida livre, gostava de conhecer lugares, tinha curiosidades, e ele, ao contrário, era passivo e fechado, vivendo introvertidamente, dedicando-se apenas a sua sapataria e as suas isoladas pescarias.
Assim fluíram os primeiros meses deste infeliz matrimônio, cujas diferenças, a medida em que o tempo passava, ao invés de uni-los, ao invés de oferecer-lhes prazer e filhos, tornava-se infecundo, sem alegrias. Suas personalidades tão diversas, fizeram com que, gradativamente, fossem sendo afastados um do outro.
Introspectivo, ciumento e conservador, Manoel tentou modificar Aninha, que repugnava a vida monótona, procurando compensar sua clausura matrimonial com longos e demorados passeios em casa dos poucos amigos e, principalmente, junto a residência de seu padrinho, que habitava na localidade da Ponta da Barra, hoje bairro de Laguna, onde o Rio Tubarão desemboca junto ao mar.
De nada adiantou a interferência clerical e de sua mãe, pois Manoel, provavelmente recusado ao leito, tornou-se mais introspectivo ainda, dando-se ao vício da bebida.

Nesta casa Anita vestiu-se e foi comemorado seu primeiro casamento. Foi transformada em museu, conhecido como Casa de Anita.
(12)- GARIBALDI E ANITA - BRASIL GERSON - pg. 9
(13)- A HISTORIA DA REVOLUÇÃO FARROPILHA -MORIVALDE CALVET FAGUNDES - pg. 82)
(14) - VIDA E MORTE DE ANA MARIA DE JESUS RIBEIRO - ANITA GARIBALDI

Igreja Matriz de Santo Antônio dos Anjos de Laguna, onde Anita casou-se pela primeira vez.

Casa onde Anita morou, na rua do Rincão, em Laguna.
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